Do lápis à luz: técnicas artísticas no catálogo da Olhares

Compre  aqui: Desenho à mão, de Tilo Schneider
Consiga 25% de desconto com o cupom NLdaOlhares

O gesto de desenhar é um ponto de partida da criação visual. É nele que se unem a observação, o olhar técnico e a expressão pessoal — temas que atravessam boa parte da coleção de técnicas artísticas da Olhares

Do lápis à luz: técnicas artísticas no catálogo da Olhares
Em Desenho à mão – Guia de ferramentas e técnicas aplicadas, o professor e desenhista Tilo Schneider esclarece o papel das ferramentas e da prática manual na construção do olhar criativo

Um panorama das principais ferramentas do desenho
Lápis, canetas, marcadores, pincéis — como cada uma dessas ferramentas pode transformar o modo de ver e representar o mundo? Além de diferenciá-las, o livro propõe uma imersão prática, feita de experimentação e descoberta, em que o leitor aprende a escolher e combinar materiais, entender o comportamento do papel e dominar diferentes efeitos de traço, textura e cor. É um guia técnico e, ao mesmo tempo, um manifesto a favor da liberdade e da intuição do gesto manual.
Essa dimensão sensível e técnica aproxima Desenho à mão de toda a coleção Desenhar, que reúne quatro volumes dedicados a aspectos fundamentais da prática artística. Em Desenhar personagens, Michel Lauricella observa o corpo humano para ensinar proporções, volumes e linhas de força — princípios que também podem ser explorados com as ferramentas e métodos apresentados por Schneider. O movimento e a fluidez do traço são pontos de encontro entre os dois livros: ambos mostram que o domínio técnico nasce da repetição e da experimentação constante.

Em Desenhar luz e sombra, Enrique Etievan aprofunda o estudo do claro-escuro, das gradações tonais e da construção dos volumes — conceitos que ganham nova dimensão quando aplicados com as ferramentas certas. Desenho à mão amplia esse universo, oferecendo recursos práticos para explorar contrastes, controlar a intensidade do traço e compreender como o material escolhido influencia a luz, o tom e o ritmo do desenho.
Já em Desenhar perspectivas, Yves Leblanc investiga a relação entre visão e percepção, ensinando a construir a ilusão de profundidade e espaço. A leitura paralela dos dois livros reforça a ideia de que desenhar é também compreender — e que dominar a ferramenta é apenas o primeiro passo para representar o mundo com coerência e sensibilidade.

O mesmo diálogo se estende a Desenhar animais, de Charlène Letenneur, que propõe o exercício da observação atenta e da construção rigorosa das formas. Enquanto Letenneur ensina a entender volumes, pelagens e proporções do reino animal, Schneider revela como cada instrumento pode traduzir essas texturas e gestos, transformando a prática em um aprendizado contínuo entre olhar e mão.
Juntos, esses títulos formam uma constelação de saberes e métodos sobre o desenho — do gesto ao instrumento, da luz à forma, da observação à expressão. Todos partem do mesmo ponto: o prazer de aprender fazendo, experimentando, riscando.
Em tempos de criação digital, os livros de técnicas de desenho da Olhares reafirmam a força do traço manual e a beleza de pensar com as mãos.

Deixe o primeiro comentário