Escrita gráfica brasileira: 400 obras do design brasileiro em um livro

Lançamento:
Escrita gráfica brasileira, de Chico Homem de Melo
Páginas: 192 / Capa: brochura

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A escrita tem muitas faces. À primeira vista, trata-se de um código que permite a comunicação de um conteúdo. Designers sabem que ela é bem mais do que isso. Para além do conteúdo, a maneira de grafar o texto pode fazer muita diferença; é como se fosse uma segunda camada acrescida à informação original. Organizado por grupos que compartilham afinidades de linguagem, o livro permite vislumbrar a diversidade, a abrangência e o interesse dessa modalidade tão particular de operação com o léxico gráfico a partir do uso criativo de letras e palavras.

No livro Escrita gráfica brasileira, de Chico Homem de Melo, o leitor é conduzido, em um passeio vibrante e inspirador, por mais de 400 obras do design gráfico brasileiro em que a escrita graficamente expressiva é a protagonista.

Focado no período compreendido entre a modernidade dos anos 1920 e a consolidação da linguagem modernista nos anos 1970, o livro oferece um raro panorama da produção brasileira de design de uma época marcada pela liberdade e pela experimentação, que moldou, em grande medida, o design praticado neste século XXI.

Alguns tópicos do livro:

O recorte temático — a escrita como protagonista
O livro explora a escrita não apenas como código de comunicação, mas como uma camada gráfica expressiva por si só. Organizado em seis conjuntos temáticos e 47 subconjuntos que reúnem afinidades de linguagem, ele revela a diversidade e o uso criativo de letras e palavras no design brasileiro.

O panorama histórico (anos 1920 a 1970)
Com mais de 400 obras, o livro percorre o período que vai da modernidade dos anos 1920 até a consolidação da linguagem modernista nos anos 1970 — uma época de liberdade e experimentação que moldou boa parte do design praticado no século XXI.

Nomes consagrados e curiosidades
Entre os autores reunidos estão Ziraldo, Bea Feitler, Millôr Fernandes, Di Cavalcanti, Mira Schendel, Hélio Oiticica e Oscar Niemeyer, entre outros. O livro traz ainda curiosidades como o “Tipo Ziraldo” e a capa da revista Pilotis, desenhada em 1948 por Alexander Calder durante sua passagem por São Paulo

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