+detalhes do livro: Frida Kahlo, eu pinto minha vida, de Christina Burrus
144 págs | 10 × 18 cm | Brochura
Nascida em Munique e radicada na Suíça, Christina Burrus construiu sua carreira no cruzamento entre a história da arte e a curadoria de grandes exposições internacionais. Foi ela quem assinou a curadoria de mostras como “Chagall na Rússia” (1990, Fundação Gianadda, em Martigny) e “Diego Rivera e Frida Kahlo” (1998, na mesma fundação e depois no Museu Maillol, em Paris) — exposições que ajudaram a consolidar, na Europa, o interesse pelo casal de artistas mexicanos décadas antes de Frida se tornar o fenômeno pop que conhecemos hoje.
Em breve
Frida Kahlo, eu pinto minha vida, de Christina Burrus
Essa proximidade com o universo de Diego e Frida se aprofundou em outros projetos, como “Homenagem aos artistas de Montparnasse contemporâneos de Diego Rivera” (1998, Museu Dolores Olmedo, Cidade do México) e “Diego Rivera, a vitalidade de um artista” (1999, itinerante por Copenhague, Helsinque e Estocolmo). É esse acúmulo de pesquisa de campo, arquivo e contato direto com acervos que dá substância a este livro sobre Frida — Burrus não parte de fontes secundárias, mas de anos de convívio com obras, cartas e testemunhos reunidos para essas mostrasChristina Burrus também é autora de “Les Collectionneurs russes: d’une révolution à l’autre” (Éditions du Chêne, 1992), sobre o universo dos colecionadores de arte russos. “Frida Kahlo, eu pinto minha vida” nasce dessa mesma vocação: uma biografia enxuta, ricamente ilustrada e apoiada em pesquisa rigorosa — o tipo de livro escrito por quem já esteve frente a frente com o acervo antes de contar a história.


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